
(Amy Grant – Aske-me 1991)
Este é um texto sobre uma grande pessoa.
Eu não sabia, conhecendo-a tão bem quanto eu achava que conhecia como muitas partes da sua infância foram tristes e apesar dos detalhes desta infância serem trágicos a vida que surgiu dali na minha cabeça não era nada menos do que milagrosa. Ela é uma mulher incrível. Só o amor pode fazer uma coisa dessas.
Eu a vejo como uma garotinha escondida em seu quarto, ela toma outro banho e passa o perfume de sua mãe para tentar acabar com o cheiro que ele deixou, mas isso assombra a sua mente.
Ela é como uma boneca de trapos para ele, como um animal abandonado.
Ele está satisfazendo seu desejo imundo, ela está cansada e com medo. Talvez ela encontre um meio de fazer esses anos horríveis desaparecerem.
Pergunte-me se eu acho que existe um Deus nos céus! Onde ele foi no meio da vergonha dela? Não vejo misericórdia e ninguém aponta os responsáveis.
Agora ela olha no espelho e vê o rosto de uma mulher, a garota assustada não existe mais, é como se tivesse desaparecido, mas ainda deixa a luz acesa no corredor, pois continua sendo difícil dormir.
Ela ainda deita na cama sem fazer barulho algum. Lá no fundo, ela tenta ouvir qualquer barulho na casa, mas ninguém mais vai machucá-la. Ela está finalmente segura, pois encontrou uma paz.
Pergunte a ela, como sabe que existe um Deus nos céus? Onde ele foi no meio da vergonha dela? Ela disse que sua misericórdia está dando vida a ela novamente.
Pergunte-me, como eu sei que existe um Deus nos céus? Onde ele foi no meio da vergonha dela?
Pergunte-me como eu sei que existe um Deus nos céus, Ela disse que sua misericórdia está dando vida a ela novamente. Ela está voltando à vida.
Ela está no meio da sua dor, no meio da sua vergonha. Misericórdia traz vida!
Nenhum comentário:
Postar um comentário