quinta-feira, fevereiro 23, 2012

O Senhor que nos criou.

Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou. Salmos 95:6
Nosso século vive a banalização de Deus.

O desejo do mundo é torná-Lo pequeno e insignificante.

O conceito bíblico de Deus é diferente.


Para a cultura hebraica, Deus não era simples energia, aura, luz ou influência.

Para eles Deus era e é Deus, soberano e eterno, criador dos céus e da terra.

Deus pessoal e presente na vida humana.

O convite do salmista é para que todos se unam a Ele na oração e no reconhecimento da grandeza do Criador.

Ajoelhemos, disse o salmista, usando a palavra hebraica barak, que significa, literalmente, reconhecer que Deus sempre tem razão. Ele nunca se equivoca.

Seus conselhos são sábios e visam a felicidade humana, mesmo que pareçam não ter sentido para a criatura.

O mistério de Seus desígnios não significa arbitrariedade. Não é o pai irado que grita para o filho. Você simplesmente deve obedecer.

Esse aparente mistério parece indecifrável ao ser humano, que é limitado por valores mesquinhos e terrenos. Um dia, quando a criatura for libertada de sua natureza humana, tudo será esclarecido.

Quando uma criança aprende a engatinhar, muitas vezes fica fascinada pelas tomadas elétricas. Gosta de colocar o dedinho nas aberturas das tomadas, e assim põe sua vida em risco.

Neste momento de sua vida, é inútil explicar a uma criatura de apenas meses, a reação que poderia produzir a junção do pólo positivo com o negativo.

Quando dizemos não, é só para o bem da criança, embora ela seja incapaz de compreender.

Essa é a razão que o salmista dá, no texto de hoje, para adorar a Deus.

Ajoelhemos, disse ele, reconheçamos que Deus é sábio, nunca se equivoca e só quer o nosso bem.

Se você depositou sua vida nas mãos de Deus e, apesar disso, as coisas não saíram como você gostaria, confie no Senhor, ajoelhe-se, adore-O, porque Ele sabe o que está fazendo.

Mais breve do que você imagina, o entenderá. Não desanime.

Para chegar ao porto da vitória, é preciso velejar com o vento, às vezes a favor, às vezes contra, mas não parar de velejar.

Por isso, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.


Jesus te abençoe !

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