Uma mulher sunamita desejou fazer algo de bom para o profeta Eliseu, por isso ela e seu marido preparam um quarto para quando ele estivesse em sua cidade.
Por conta dessa atitude Eliseu quis retribuir a bondade deles.
Vemos no decorrer da narrativa que Eliseu pede para Deus dar um filho a ela, pois esse era seu grande desejo.
Deus atende à oração, e dá a ela um filho — um menino que ela tanto havia desejado.
Algum tempo depois, o menino morre, e a mulher pede para Eliseu vir.
Eliseu ora, e Deus responde à oração do profeta, ressuscitando o menino.
Vemos com isso também que toda ação de bem retorna de algum modo.
A mulher não havia feito o bem com interesse, mas colheu os seus frutos, porque Deus se agrada de quem faz bem ao próximo.
A felicidade não pode ser algo solitário.
Como podemos ser felizes se nosso irmão está mal?
Como podemos aceitar impassível a dor do outro e não nos solidarizar?
Deus nos deu talentos e condições não para usarmos de forma egoísta, mas servir à Sua obra e ao próximo.
Jesus te abençoe!

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