Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedo do pé antes de qualquer mergulho.
Alguém intrigado com aquele comportamento, perguntou-lhe qual a razão daquele hábito.
O nadador sorriu e respondeu:
Há alguns anos eu era um professor de natação. Além de ensinar a nadar eu ensinava a saltar do trampolim.
Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco.
Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.
Quando eu estava no trampolim, vi a minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, a minha imagem formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando a minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e no seu significado.
Eu não era um cristão, mas quando em criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue.
Naquele momento as palavras daquele ensinamento vieram-me à mente e fizeram-me recordar o que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus.
Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.
Finalmente desci do trampolim e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e os meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina.
Naquela noite haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha.
Se eu tivesse saltado seria o meu último salto. Naquela noite Jesus salvou a minha vida duas vezes.
Fiquei tão agradecido a Deus, que me ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente numa cruz que Jesus morreu para me salvar.
Para nunca mais me esquecer, sempre que vou até à piscina molho o dedo do pé antes.
Devocionais, reflexões, textos que escrevi ou que vi em outros sites e os considerei importantes...
quinta-feira, setembro 29, 2011
quinta-feira, setembro 08, 2011
Dracma Encontrada
E achando-a, convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque já achei a dracma perdida. Lucas 15.9
A dracma era uma moeda grega, de prata, de muito valor.
Dez dracmas, costuradas em uma grinalda, constituíam um lindo enfeite para mulheres casadas.
Perder uma das dez moedas destruía o símbolo.
Daí a reação da mulher que encontrou sua dracma perdida:
E quando a encontrar, reúne suas amigas e vizinhas e diz: Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida Lucas 15:9
Há coisas que nos caracterizam, como cristãos: O respeito à Bíblia, o comportamento ético, o não julgamento dos outros, o amor ao próximo, a lista vai muito além.
Algumas dessas grinaldas, que nos identificam como seguidores de Jesus estão sendo ignoradas, desfiguradas e perdidas.
É tempo de reconstruir nosso testemunho cristão.
Aquilo que foi quebrado ou perdido pode ser restaurado, quando renovamos nossa comunhão com Cristo e permitimos que Seu Espírito nos corrija.
Vale à pena voltarmos a ouvir aquilo que, antigamente, diziam para nós: Você tem jeito de cristão!
Ao invés de dracma perdida, dracma encontrada.
Deus abençoe você.
terça-feira, setembro 06, 2011
Servir sem interesses.
Uma mulher sunamita desejou fazer algo de bom para o profeta Eliseu, por isso ela e seu marido preparam um quarto para quando ele estivesse em sua cidade.
Por conta dessa atitude Eliseu quis retribuir a bondade deles.
Vemos no decorrer da narrativa que Eliseu pede para Deus dar um filho a ela, pois esse era seu grande desejo.
Deus atende à oração, e dá a ela um filho — um menino que ela tanto havia desejado.
Algum tempo depois, o menino morre, e a mulher pede para Eliseu vir.
Eliseu ora, e Deus responde à oração do profeta, ressuscitando o menino.
Vemos com isso também que toda ação de bem retorna de algum modo.
A mulher não havia feito o bem com interesse, mas colheu os seus frutos, porque Deus se agrada de quem faz bem ao próximo.
A felicidade não pode ser algo solitário.
Como podemos ser felizes se nosso irmão está mal?
Como podemos aceitar impassível a dor do outro e não nos solidarizar?
Deus nos deu talentos e condições não para usarmos de forma egoísta, mas servir à Sua obra e ao próximo.
Jesus te abençoe!
Por conta dessa atitude Eliseu quis retribuir a bondade deles.
Vemos no decorrer da narrativa que Eliseu pede para Deus dar um filho a ela, pois esse era seu grande desejo.
Deus atende à oração, e dá a ela um filho — um menino que ela tanto havia desejado.
Algum tempo depois, o menino morre, e a mulher pede para Eliseu vir.
Eliseu ora, e Deus responde à oração do profeta, ressuscitando o menino.
Vemos com isso também que toda ação de bem retorna de algum modo.
A mulher não havia feito o bem com interesse, mas colheu os seus frutos, porque Deus se agrada de quem faz bem ao próximo.
A felicidade não pode ser algo solitário.
Como podemos ser felizes se nosso irmão está mal?
Como podemos aceitar impassível a dor do outro e não nos solidarizar?
Deus nos deu talentos e condições não para usarmos de forma egoísta, mas servir à Sua obra e ao próximo.
Jesus te abençoe!
Jericó caiu!
Ora Jericó estava rigorosamente fechado por causa dos filhos de Israel, ninguém saía nem entrava. Josué 6:1
Um dos episódios bíblicos mais conhecidos pelos seus leitores é a queda das muralhas de Jericó.
Esta cidade era uma das maiores fortalezas do mundo antigo, dizem os historiadores que por cima de suas muralhas poderiam andar emparelhadas duas carruagens, com folga.
Deus havia determinado entregar esta cidade nas mãos dos israelitas e, de um modo sobrenatural, deu-lhes toda a estratégia para fazer cair por terra a cidade e lhe entregar seus habitantes.
Aqui neste versículo, lemos que a cidade estava rigorosamente fechada.
Esta palavra me trouxe uma reflexão: quantas promessas nós esperamos, da parte de Deus, que aparentemente, estão inalcançáveis?
Quantas muralhas se ergueram diante de ti, lhe afastando do projeto que o Pai criou para você?
Parece impossível? Mas não é!
Jericó caiu! Deus cumpriu Sua palavra!
As barreiras diante de você também cairão se assim como Israel, você for obediente e submisso a vontade de Deus!
Jesus te abençoe!
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